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O que a experiência de Amsterdã construindo uma cidade inteligente pode ensinar às cidades brasileiras

O que a experiência de Amsterdã construindo uma cidade inteligente pode ensinar às cidades brasileiras

Principais resultados:
✅ Tornou o sistema público de iluminação mais eficiente, reduzindo custos
✅ Aprimorou a coleta de lixo, ajudando a reduzir o número de viagens, separar melhor o lixo reciclável e gerar biomassa a partir do lixo orgânico;
✅ A gestão de tráfego foi aprimorada para reduzir engarrafamentos e, com o auxílio de aplicativos, facilitar o acesso a vagas
✅ Ajudou a Holanda a reformar seu sistema de proteção contra inundação de forma mais eficiente, gerando uma economia de 8 bilhões de euros.

▶️ Para desenvolver uma “Cidade inteligente” é preciso ter pessoas capacitadas
A cidade de Amsterdam nomeou um diretor de tecnologia especializado em análise de dados para coordenar o projeto em 2004 e montou uma equipe qualificada.

▶️ É preciso criar uma infraestrutura de dados e processos
O primeiro passo para Amsterdã foi levantar 12000 conjuntos de dados em 32 departamentos da cidade. Os projetos de análise bem-sucedidos dependem de uma boa infraestrutura de dados e da construção de um processo para acompanhar o fornecimento de novas informações.

▶️ Testes com projetos-piloto são necessários
A cidade de Amsterdã criou mais de 80 projetos-piloto que abrangiam muitas áreas da vida urbana. Por exemplo, um focava em reduzir as viagens de caminhões de lixo para coletar materiais recicláveis e facilitar a segregação de resíduos para os residentes. Quando o projeto foi experimentado e aprimorado o suficiente, foi escalado para toda a cidade.

▶️ A colaboração da sociedade é fundamental
Em 2013, Amsterdã realizou um concurso para criar um instituto de tecnologia. A inscrição vencedora, de uma colaboração entre universidades, propôs um instituto de pesquisa para ajudar a desenvolver soluções urbanas em colaboração com o setor privado e o município. O instituto AMS é agora um agente chave nos esforços em direção ao modelo de cidade inteligente.

▶️ A parceria e os dados do setor privado são essenciais.
A iniciativa Amsterdam Smart City contou com parcerias com o setor privado. Por exemplo, a cidade começou a usar dados de GPS e tecnologia de navegação de aplicativos de mobilidade para ajudar a gerenciar o fluxo de tráfego em tempo real.

▶️ É preciso moderar expectativas
A publicidade em torno de novas tecnologias criou expectativas de que as cidades inteligentes produziriam grandes avanços muito rápidos. Criar expectativas realistas é fundamental para que o projeto não seja abandonado.

Para melhorar os serviços públicos e impactar positivamente na vida do cidadão, é necessário buscar aprender com os exemplos que deram certo. A experiência de Amsterdã na construção de uma cidade mais inteligente tem muito a nos ensinar.

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