Como a independência do Banco Central melhorará a vida do brasileiro

15 de janeiro de 2021

Como a independência do Banco Central melhorará a vida do brasileiro?

A inflação e o Banco Central

A inflação é um aumento geral nos preços, que diminui o poder de compra das pessoas e prejudica especialmente os mais pobres.

Para manter a inflação sob controle, o Banco Central é a instituição responsável pela política monetária.

Como funciona o Banco Central

No Brasil, e em muitos países, é definida uma meta anual de inflação que o Banco Central deve perseguir.

A principal ferramenta do Banco Central para cumprir essa meta é o controle da taxa básica de juros, a SELIC. Quando a expectativa de inflação sobe, o Banco Central aumenta a SELIC, para prevenir uma inflação alta no futuro. Quando o inverso ocorre, a taxa é reduzida.

Aumentos excessivos da taxa de juros tendem a reduzir demais investimentos e o consumo, diminuindo a inflação às custas de crescimento econômico.

Por outro lado, reduções exageradas nos juros fazem o inverso, resultando em um crescimento econômico artificial e aumento da inflação, que pode sair do controle.

O Banco Central e o populismo

A administração da política monetária dá ao governo federal em exercício incentivos para praticar políticas populistas. Foi o que vimos no segundo governo Dilma.

Para ganhar uma eleição, quem está no poder pode achar vantajoso baixar artificialmente o juro ou impedir que ele suba, gerando um crescimento econômico artificial que impacte nas urnas.

Para o país é péssimo, já que a consequência será um crescimento econômico que durará pouco tempo e exigirá juros mais altos no futuro.

A independência do Banco Central

Para blindar o Banco Central deste tipo de interferência, vários países garantem independência formal à instituição.

Atualmente, a indicação do presidente do Banco Central é uma tarefa do governo federal, que pode demiti-lo a qualquer momento

No Brasil, a proposta em discussão prevê que o presidente do Banco Central seria indicado pelo executivo e confirmado pelo Congresso no meio dos mandatos do executivo federal.

Após a indicação, haveria um mandato fixo de 4 anos. Para demitir a presidência do Banco Central, o executivo precisaria da autorização do Congresso.

Assim, a credibilidade do Banco Central aumenta, levando a maior estabilidade da política monetária, maior controle da inflação e, portanto, maior preservação do poder de compra da população.

Além disto, juros estáveis e mais previsíveis resultam em mais investimentos, emprego e renda. Ganha o brasileiro. Perdem os populistas.

O projeto já foi aprovado no Senado e agora tramita na Câmara. Conte com o NOVO para defender o interesse dos brasileiros.

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