Lula e Jorge Messias, a indicação do presidente para o STF.

MESSIAS NÃO!

08 de abril de 2026

Mais uma vez, Lula decidiu pelo pior para o Brasil e o mais vantajoso para si. O presidente enviou ao Senado a indicação de Jorge Messias para o Supremo. O atual Advogado-Geral da União tem histórico político e profissional incompatíveis com a importância do cargo.

Ao longo de seus três mandatos, Lula teve critérios claros todas as vezes em que escolheu um nome para a mais alta corte do país: intimidade e subserviência. Foi assim que ele nomeou um advogado do PT (Toffoli), um ex-ministro de seu governo (Dino) e um advogado pessoal (Zanin) para três vagas.

O “Bessias” é aquele que atuou como office-boy de luxo de Dilma na tentativa dos petistas em obstruir a justiça e impedirem a prisão de Lula.

É também quem fez vista grossa durante um dos maiores escândalos de corrupção da história do Brasil, o roubo dos aposentados do INSS.

É quem esteve à frente da AGU durante o maior aumento de gastos com supersalários na história da instituição. Só em 2025, foram 6 bilhões em honorários pagos. Jorge Messias recebeu mais de 700 mil reais.

Se for aprovado, Messias ficará 30 anos no cargo. Serão três décadas a serviço do petismo.

Neste terceiro mandato de Lula, a Suprema Corte já lhe prestou serviços muito valiosos. Promove uma implacável perseguição a nomes da direita nacional, garante a impunidade de nomes envolvidos na Lava Jato mediante anulação de condenações, permite que contorne a Lei das Estatais e, até, dá suporte para a arrecadação do governo ao se intrometer pela manutenção no aumento de impostos. 

O indicado de Lula servirá a este papel subalterno e perigoso.

Há alguns anos, o STF não conhece limites para a sua atuação. Interfere no Legislativo como bem entende, prende inocentes e solta culpados, cria e sustenta inquéritos ilegais por anos, manda recados por bocas alugadas na imprensa quando se sente ameaçado, vive de rapapés e convescotes com gente poderosa e influente. A lista de maldades só cresce. Formado majoritariamente por indicados de Lula e Dilma, o resultado não poderia ser outro.

É necessário que o Senado reaja de forma contundente a mais uma tentativa petista de aparelhamento institucional. O fim melancólico da CPMI do INSS, com discursos inflamados de Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes contra a atuação do Parlamento, prova que os ministros do Supremo preocupam-se somente com o seu umbigo, ainda que isso custe a desmoralização de outro poder da república. 

Os senadores têm a oportunidade de mostrar independência e coragem para enfrentar o autoritarismo e oportunismo daqueles que querem se perpetuar no poder. 

Jorge Messias será mais um nome de confiança de Lula na mais alta corte do país. Esta é a grande oportunidade para a Casa Alta retomar o protagonismo, mostrar força e refrear o crescente ímpeto autoritário do consórcio entre Executivo e Judiciário.Queremos que a vaga fique aberta até 2026 e seja decidida pelo próximo presidente.

É nosso papel trabalhar para, no próximo ano, elegermos representantes comprometidos com o país, com a liberdade e com a independência entre os poderes. É preciso dar um basta aos abusos do Judiciário.

Compartilhe

VEJA TAMBÉM

Confira mais notícias do NOVO