Quando a investigação chega mais perto do PT, o desespero bate. Foi exatamente isso que aconteceu na CPMI do INSS, que aprovou a quebra do sigilo de Lulinha (com apoio unânime do NOVO), o filho mais velho de Lula, o que fez parlamentares do PT causaram uma briga generalizada, com nosso deputado Luiz Lima (NOVO-RJ) sendo agredido por um congressista petista.
A decisão desta quinta-feira (26) representa um avanço decisivo nas apurações sobre o escândalo bilionário de fraudes contra aposentados e pensionistas do INSS. Um esquema que pode ter alcançado figuras diretamente ligadas ao núcleo político do governo.
A suspensão do sigilo fiscal e bancário de Lulinha foi aprovada juntamente com outros requerimentos relevantes, incluindo medidas contra operadores financeiros, lobistas e empresas suspeitas de participação no esquema contra os aposentados.
Essa foi apenas uma das contribuições do NOVO nas investigações contra Lulinha, com o Partido tendo protocolado ações na justiça para impedí-lo de sair do país, requerimento de convocação para depor na CPMI e pedido de acesso à apuração da PF. Confira mais sobre no restante dessa matéria.
— CPMI do INSS aprova quebra de sigilo de Lulinha
— Base do PT gera briga e deputado governista agride Luiz Lima
— As ações do NOVO para investigar o filho de Lula
— NOVO segue firme para descobrir a verdade sobre Lulinha
A Comissão aprovou o acesso aos dados fiscais e bancários de Lulinha referentes ao período entre janeiro de 2022 e janeiro de 2026.
A medida busca esclarecer a suspeita de vínculos financeiros no âmbito das fraudes contra os aposentados pela Previdência.
Segundo informações encaminhadas à CPMI a partir de depoimento prestado à Polícia Federal, o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, teria realizado transferências milionárias ao filho do presidente.
O relato aponta um pagamento de aproximadamente R$ 25 milhões, além de repasses mensais que chegariam a R$ 300 mil para Lulinha.
A denúncia foi apresentada por Edson Claro, ex-funcionário do empresário, que afirma sofrer perseguição após colaborar com as investigações.
Além disso, ex-integrantes da estrutura do próprio INSS, incluindo um ex-procurador e um ex-diretor de benefícios, preparam um acordo de delação premiada que pode esclarecer o papel de Lulinha e outros suspeitos envolvidos.
A reação da base governista foi imediata e reveladora. Logo após a aprovação dos requerimentos, deputados aliados do governo avançaram contra a mesa diretora da CPMI, gerando empurra-empurra, xingamentos e interrupção da sessão por 15 minutos.
Durante a confusão, o deputado Luiz Lima (NOVO-RJ) levou um soco do deputado Rogério Correia (PT-MG). Posteriormente, Correia admitiu o ato e pediu desculpas.
Luiz Lima apenas conter o tumulto e destacou: “Deputado Rogério Correia, a gente não foi eleito para isso. Está tudo registrado e eu espero que o senhor reflita”.
Diante da agressão, o NOVO acionará o Conselho de Ética da Câmara e pedirá a suspensão cautelar do mandato do parlamentar petista.
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O NOVO votou em peso pela quebra do sigilo de Lulinha e essa não foi nossa primeira ação para que ele responda por seus atos. Desde o fim do ano passado lutamos por isso. Nós:
— Pedimos a proibição de Lulinha sair do país: pedimos a retenção do passaporte do primogênito de Lula e que ele usasse tornozeleira eletrônica;
— Pressionamos para ele depor na CPMI: os congressistas do NOVO tentaram várias vezes aprovar convocações para obrigar Lulinha a depor pessoalmente na Comissão;
— Buscamos acesso às provas da PF: pedimos acesso a relatórios financeiros e conversas gravadas pela Polícia para verificar se Lulinha era sócio escondido nas empresas que descontavam valores do INSS.
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O líder do NOVO na Câmara, Marcel van Hattem (RS), cobrou providências imediatas da presidência da CPMI:
“Não podemos aceitar que um deputado, que agrediu dois parlamentares, empurrou mulheres, fez a maior confusão, e já fez isso antes, continue na Comissão”.
Para o NOVO, o episódio deixa claro o que está em jogo: quando a CPMI começa a atingir nomes ligados ao governo Lula, surgem tentativas de intimidação, tumulto e deslegitimação das investigações.
Enquanto brasileiros humildes são vítimas de descontos ilegais, aliados do governo tentaram transformar uma comissão parlamentar em circo para impedir a justiça pelos aposentados.
Enquanto o PT grita, o NOVO investiga e exige justiça pelo brasileiro honesto. Enquanto tentam blindagem, o NOVO busca a verdade. E enquanto o sistema tenta proteger os seus, o NOVO trabalha para que o escândalo do INSS não termine em impunidade. Ninguém está acima da lei, nem mesmo o filho do presidente.
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