Conheça Pedro Pôncio, candidato a deputado federal por SP

A imagem mostra a frase “NOVO Entrevista: Pedro Pôncio” e o candidato a deputado federal por SP, Pedro Pôncio.
Pedro Pôncio, candidato a deputado federal por SP, fugiu do MST no início da vida adulta e se mudou para Portugal por conta das ameaças que passou a sofrer, mas uma coisa fez ele voltar para o Brasil: a missão de se eleger no Congresso e ajudar a destruir o MST (créditos: NOVO).
21 de agosto de 2026

Pedro Pôncio, candidato a deputado federal por SP, viveu na pele a face perversa do MST. Ele aprendeu a ver a polícia e agricultores comuns como inimigos mortais, a tal ponto, que com 12 anos estava disposto a arriscar a própria vida e matar polícias armados se isso fosse necessário para defender o movimento. Isso é a lavagem cerebral que o grupo invasor de terras promove nas famílias integrantes do MST. Pedro Pôncio é um sobrevivente disso. Ele contou sobre sua jornada no livro “A Face Oculta do MST” e agora tem como missão trabalhar no Congresso para destruir esse movimento terrorista.

Com mais de 2 milhões de seguidores nas redes sociais, ele é um guerreiro na defesa dos valores basilares da direita: a defesa da propriedade privada e o combate à doutrinação sistemática da esquerda.

Confira mais sobre esse lutador pela liberdade na entrevista exclusiva que fizemos com ele!

— Pedro Pôncio, candidato a deputado federal por SP: o sobrevivente do MST

— Pedro Pôncio, candidato a deputado federal por SP: combate a invasões e defesa da propriedade privada

— Pedro Pôncio, candidato a deputado federal por SP: homeschooling e mistura de marxismo com fé

— Pedro Pôncio, candidato a deputado federal por SP: por que votar nele?

Pedro Pôncio: o sobrevivente do MST

— 1ª – O que especificamente, na sua infância dentro do MST, foi o estopim para você questionar o movimento e decidir sair? Qual foi o maior custo pessoal que você pagou por romper com o movimento? Você ainda recebe ameaças?

Eu entrei naquele ambiente ainda criança. Aos 11 anos, eu não tinha condições intelectuais de compreender tudo o que estava acontecendo. Eu acreditava que estava lutando por justiça.

O rompimento não aconteceu de um dia para o outro. Foi um processo. Quanto mais eu estudava, trabalhava, conhecia outras ideias e confrontava aquilo que tinha aprendido com a realidade, mais perguntas apareciam.

Em algum momento percebi uma coisa muito dura: parte daquilo que eu considerava consciência política tinha sido colocado dentro de mim antes mesmo que eu tivesse maturidade para questionar.

O maior preço de romper com um ambiente assim é reconstruir a própria visão de mundo. Você precisa admitir que algumas das certezas que carregou durante anos estavam erradas. E depois precisa ter coragem para dizer isso publicamente.

Foi por isso que escrevi, falei e decidi expor aquilo que vivi. Eu não conheço o MST pelos livros ou pela televisão. Eu conheço porque vivi dentro daquele ambiente.

Após buscar a verdade, me libertar de tudo aquilo e começar a denunciar tudo o que vi e vivi, recebi inúmeras ameaças, inclusive de facções criminosas ligadas ao MST. Mas, em vez de parar, decidi ir além: escrevi o livro “A Face Oculta do MST — Como Sobrevivi aos Campos de Doutrinação”.

Foi a maneira que encontrei de expor de uma vez por todas aquilo que vivi e registrar para a história a minha experiência e aquilo que considero a verdade sobre o MST.

Pedro Pôncio, candidato a deputado federal por SP: propostas para combater invasões e defender propriedade privada

— 2ª –  Você lançou o “Pacote MST Zero” e disse que vai acabar com o MST. O eleitor paulista quer saber: existe uma proposta para gerar resultado prático ou é apenas algo simbólico? Quem ajudou você a montar? E o que ele propõe?

Quando eu digo MST Zero, não estou falando em proibir pessoas de terem posição política ou de se organizarem dentro da lei.

Estou falando em acabar com aquilo que considero o combustível da estrutura: invasão, impunidade, financiamento público indevido e doutrinação político-partidária financiada pelo Estado.

O MST Zero vai se transformar em medidas legislativas concretas. Eu quero trabalhar principalmente em quatro frentes:

Primeiro: invasão de propriedade. Endurecer a legislação contra invasões organizadas, especialmente quando houver violência, destruição, ameaça ou interrupção da atividade produtiva.

Segundo: dinheiro público. Criar mecanismos de transparência e impedir que dinheiro do contribuinte abasteça entidades ou organizações envolvidas em invasões ilegais.

Terceiro: responsabilização. Quem organiza, financia ou lidera uma invasão não pode se esconder atrás de uma multidão. A responsabilidade precisa chegar também a quem planeja e financia.

Quarto: educação. Fiscalizar programas públicos para impedir que recursos destinados à educação sejam transformados em instrumento de militância político-partidária.

Isso não é apenas slogan. Vai virar texto legislativo, fiscalização e atuação parlamentar.

O texto do PL MST Zero foi desenvolvido por mim com aconselhamento jurídico de especialistas, entre eles o ex-procurador da Lava Jato e candidato ao Senado pelo Paraná, Deltan Dallagnol, e o deputado federal e candidato ao Senado pelo Rio Grande do Sul, Marcel van Hattem.

Além disso, o texto continua em construção e aperfeiçoamento junto a associações rurais, produtores e instituições ligadas ao agronegócio. Quero que seja um projeto construído também ouvindo quem está no campo e conhece na prática as consequências das invasões.

E existe hoje no próprio Congresso discussão para criar um tipo penal específico e endurecer as penas relacionadas à invasão de propriedades rurais. Minha intenção é entrar nessa discussão levando também a experiência de quem conhece o funcionamento desses movimentos por dentro.

Confira: “O Que É o MST: 6 Fatos Que a Mídia Não Mostra sobre o Movimento Terrorista”!

— 3ª – O fazendeiro de Ribeirão Preto ou de Presidente Prudente que tem a fazenda invadida pelo MST liga para a polícia e ninguém aparece. Quando você tinha 11 anos e invadiu o Incra, tinha segurança armado na sua frente. O produtor rural quer saber: como deputado federal, o que você faz para que a invasão de propriedade produtiva seja tratada como crime grave, e para que o fazendeiro que defende seu patrimônio com armas não seja preso enquanto o invasor é solto?

Existe uma contradição que precisa acabar: o Estado não pode ser incapaz de proteger a propriedade e depois tratar automaticamente como criminoso aquele que, diante de uma agressão real, procura proteger sua família e seu patrimônio dentro da lei.

Propriedade privada é um direito constitucional.

Quero trabalhar pelo endurecimento das penas nos casos de invasão organizada, especialmente quando houver violência, ameaça, destruição de patrimônio, uso de armas, impedimento da atividade produtiva ou atuação em grupo.

Também defendo a responsabilização de quem organiza e financia ações ilegais. Não basta prender quem está na ponta enquanto quem planejou tudo permanece intocável.

E existe outro ponto: segurança pública precisa chegar ao campo.

O produtor não pode ligar para a polícia durante uma invasão e descobrir que está sozinho.

Quanto à legítima defesa, ela precisa ser tratada com responsabilidade jurídica. Não estou defendendo licença para matar nem justiça pelas próprias mãos.

Estou defendendo algo muito diferente: o cidadão que age dentro dos limites legais para repelir uma agressão injusta não pode ser equiparado ao agressor.

O Estado tem obrigação de impedir que essa situação aconteça. Mas, quando falha, a lei também precisa reconhecer claramente os direitos de quem está sendo atacado.

Pedro Pôncio, candidato a deputado federal por SP: homeschooling e mistura de marxismo com fé

— 4ª –  O produtor rural do interior de SP e a família evangélica da periferia têm o mesmo problema: o Estado obriga o filho deles a estudar numa escola pública onde se ensina coisas que eles não concordam, e o colégio particular custa o que o salário deles não paga. O homeschooling é uma saída que muitas famílias já adotam, mesmo sem regulamentação clara. Como deputado federal, qual a sua posição sobre o homeschooling e como você pretende tirar essa pauta do papel para que essas famílias tenham segurança jurídica para educar seus filhos em casa sem medo de perder a guarda ou de responder criminalmente?

Eu sou favorável à regulamentação do homeschooling. E aqui existe uma diferença importante: não estamos discutindo ausência de educação. Estamos discutindo quem pode oferecer essa educação e sob quais regras.

Hoje milhares de famílias defendem o direito de assumir diretamente uma responsabilidade que já é delas: a educação dos próprios filhos. O problema é a insegurança jurídica.

Minha posição é trabalhar pela aprovação de uma legislação federal clara, estabelecendo critérios objetivos, acompanhamento educacional e avaliações periódicas, mas reconhecendo efetivamente a liberdade das famílias para escolher a educação domiciliar.

Não quero uma lei simbólica que diga que homeschooling existe e depois crie uma burocracia tão gigantesca que o torne impossível na prática. Quero uma regra que proteja a criança, garanta educação e, ao mesmo tempo, respeite a autoridade e a liberdade dos pais.

O próprio STF já reconheceu que a Constituição não proíbe o homeschooling; o que falta é uma legislação federal que regulamente a modalidade.

Portanto, essa é uma pauta que não precisa começar do zero. Já existe discussão avançada no Congresso. Como deputado, quero votar, articular e trabalhar para transformar essa discussão em segurança jurídica para as famílias.

Confira: “Bancada do NOVO Envia Projeto para Regulamentar o homeschooling no Brasil”!

— 5ª –  Você viveu de dentro o que muita gente de fora só vê de longe: a teologia da libertação entrando nas comunidades eclesiais de base, na pastoral da juventude. Depois disso você virou pastor evangélico. Como deputado federal, como você acha que o cristão brasileiro deve se posicionar diante dessa mistura de marxismo com fé que ainda hoje forma gente nas periferias de SP, e o que a sua experiência pessoal, dos dois lados dessa moeda, te ensina sobre isso?

Eu vivi os dois ambientes. Por isso minha crítica não nasce de alguém que observou isso de longe.

Na minha experiência, o problema começa quando o Evangelho deixa de ser o fundamento e uma ideologia política passa a determinar como a Bíblia deve ser interpretada. O cristão pode e deve politizar a doutrina sobre pobreza, injustiça, fome e sofrimento. Isso já está no coração da fé cristã.

Uma coisa é a preocupação cristã com o pobre. Outra é transformar Jesus em instrumento de uma teoria de luta de classes. Quando a política passa a ocupar o lugar da fé, o Evangelho deixa de julgar as ideologias e começa a ser usado para justificá-las.

Foi uma das coisas que precisei aprender na minha própria trajetória. Meu papel como deputado não seria dizer à Igreja o que ela deve pregar. O Estado não deve controlar o púlpito.

Seria exatamente o contrário: defender liberdade religiosa, liberdade de consciência e impedir que estruturas estatais sejam utilizadas para impor uma visão ideológica às famílias e às comunidades.

Eu passei anos vendo política e religião se misturarem. Hoje acredito que a fé deve ser livre para confrontar tanto a esquerda quanto a direita sempre que qualquer projeto político tentar ocupar o lugar que pertence a Deus.

Pedro Pôncio, candidato a deputado federal por SP: por que votar nele?

— 6ª – Se você tivesse 30 segundos para convencer o produtor rural de SP, o pai de família evangélico da periferia e o pequeno comerciante que está lendo isso a te colocar na Câmara dos Deputados em 2026, o que você diria?

Eu conheci por dentro um sistema que hoje combato por convicção.

Passei quase dez anos dentro de acampamentos do MST. Depois estudei, trabalhei, escrevi livros e transformei minha própria história em uma luta pública.

Agora quero levar essa experiência para Brasília. Não quero chegar ao Congresso para descobrir como a esquerda funciona. Eu já conheço o método.

Quero defender a propriedade privada, a liberdade das famílias, o fim da doutrinação nas escolas e universidades, a responsabilidade com o dinheiro público e enfrentar estruturas políticas que, durante décadas, ninguém teve coragem de enfrentar.

Eu já contei o que vi. Agora quero ter os instrumentos para mudar aquilo que combati durante todos esses anos.

Confira: “30 motivos para votar em candidatos do Partido Novo”!

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