Editorial: 14 meses de governo Lula – o que faríamos no lugar dele  

29 de fevereiro de 2024

Cortaríamos mordomias e impostos. Defenderíamos no Congresso a urgência de reduzir a maioridade penal, instituir a prisão em segunda instância e acabar com a saidinha de criminosos perigosos. Apoiaríamos o mundo livre no enfrentamento a terroristas e autocratas como Hamas, Putin, Maduro e Ortega. Indicaríamos ao STF juízes técnicos e firmes contra o crime, e não políticos ou garantistas como Dino e Zanin. 

O governo Lula completa hoje 14 meses. Colecionou nesse período não só falas constrangedoras e políticas econômicas equivocadas, mas oportunidades perdidas. O Brasil poderia viver hoje uma onda inédita de prosperidade caso o presidente desse uma guinada em direção à modernização da economia e da máquina pública.

Um governo federal do NOVO seria diferente em quase todos os aspectos – principalmente na questão de privilégios e mordomias. Lula posa como defensor dos pobres mas gasta como um bilionário, adornando seu palácio com sofás de R$ 65 mil. Da mesma forma, o serviço público está repleto de remunerações extras e penduricalhos (como auxílio-paletó) que precisam acabar. 

No lugar de Lula, daríamos o exemplo. O corte de regalias e penduricalhos começaria pelo presidente – e se estenderia para políticos e a elite do funcionalismo público.

Em vez de nomeações politiqueiras nas estatais e fundos de pensão, que o NOVO contestou na Justiça, estaríamos hoje debatendo a reforma administrativa, uma reforma essencial para cortar privilégios e aumentar a eficiência da gestão pública. É preciso existir a possibilidade de demitir servidores que tratam mal a população – e premiar os que trabalham bem.

No comércio internacional, Lula atendeu à pressão de grandes empresas importadoras e aumentou o imposto de importação para pequenas compras pessoais. No lugar dele, também igualaríamos a alíquota para consumidores ou empresas – mas baixando as duas. Está na hora de deixar de proibir os brasileiros de comprar coisas melhores e mais baratas.

Lula indicou para o STF amigos e aliados políticos que reforçam a desmoralização da Suprema Corte perante a sociedade brasileira. No lugar dele, indicaríamos juízes contrários ao abuso de autoridade e à corrupção, capazes de recuperar um mínimo da respeitabilidade do tribunal.

Na política externa, faríamos todo o contrário do atual presidente. Firmaríamos posição em defesa da liberdade e da democracia. Apoiaríamos Israel no seu direito de ser uma democracia soberana e segura. Em vez de estender o tapete vermelho para assassinos, lideraríamos a pressão da América Latina contra as sangrentas ditaduras de Cuba, Nicarágua e Venezuela.

Lula tem repetido o mito de que precisa aumentar gastos e impostos para ser capaz de ajudar os pobres. Essa postura resulta em gasto forte e crescimento fraco, o que só prejudica os pobres. Por isso investiríamos no contrário: um governo que faça mais cobrando menos, que não pese tanto sobre os ombros dos brasileiros.

O NOVO vem provando que isso é possível. Como fizemos e fazemos em Minas Gerais, estado que lidera o ensino técnico no país e criou 740 mil postos de trabalho entre 2019 e 2023. Como fizemos e fazemos em Joinville, cidade que tem recursos em caixa para dois anos de administração e a maior aprovação de prefeito do país. Com vontade e boas ideias, dá pra fazer diferente. 


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